Seguro de vida para idosos

Embora seja de vital importância e traga inúmeros benefícios agregados, o seguro de vida para idosos não está entre as prioridades do público brasileiro. Ainda assim, os números de venda vêm crescendo, o que mostra que já há uma pequena mudança de foco dos consumidores.

Por mais que a Susep (Superintendência de Seguros Privados) admita uma melhora no setor como um todo, também é verdade que ainda há muito trabalho a ser feito junto aos consumidores brasileiros para criar uma cultura voltada para a contratação de seguros de vida.

E o primeiro passo deve ser pela conscientização em relação à segurança: o seguro de vida traz tranquilidade para o segurado e também para seus beneficiários já que garante boas indenizações em momentos difíceis da vida.

E, no caso do seguro de vida, quanto mais cedo se começar a contribuir, menor será o valor a ser pago. Mas caso a idade já tenha chegado e você ainda queira optar pela proteção, não se desespere: os produtos voltados para os idosos reúnem boas condições de pagamento.

1. A partir de qual idade é possível fazer?

O Brasil considera idoso aquele que completa 60 anos de idade. Essa idade pode variar de acordo com a seguradora, sendo que algumas admitem realizar planos especiais para pessoas com mais de 65 anos.

Neste caso, vale pesquisar bastante e ver qual empresa oferece os produtos mais adequados ao seu perfil. A MAG Seguros, por exemplo, tem planos como o Invalidez Sênior e o Sênior Premiado, que você pode simular e contratar online.

2. Por que o seguro de vida para idosos é mais caro?

Um dos fatores que são levados em consideração para se fazer um seguro, em qualquer categoria, é o risco de utilização.

E não é difícil entender o motivo: a seguradora precisa reservar recursos para cobrir as necessidades dos clientes, que pagam um valor fixo pelo plano.

Se o usuário tem maior probabilidade de usar os recursos disponíveis, significa que é preciso provisionar valores maiores.

E, no caso dos idosos, essa possibilidade é palpável, devido a fatores como idade, saúde mais frágil, entre outros. Por isso, o plano acaba ficando mais caro.

Mas atenção: a ANS (Agência Nacional de Saúde) permite que os planos para idosos custem até 6 vezes mais do que aqueles voltados para faixas etárias menores. Se encontrar algo mais caro do que isso, denuncie.

3. Quais coberturas podem ser contratadas?

Essa informação depende muito do tipo de plano oferecido por cada seguradora. Em geral, pode-se contratar cobertura por morte, invalidez, acidente, lesões temporárias e permanentes, etc.

Além disso, algumas seguradoras oferecem serviços de transporte, planos funerários, coberturas para doenças graves etc.

Gosta de viajar? Então confira as cidades históricas brasileiras!

O importante é que você pesquise bastante para encontrar um plano que esteja de acordo com as suas expectativas e necessidades.

4. A seguradora pode recusar um cliente?

Essa é uma questão polêmica, sobre a qual não há unanimidade. A maioria das seguradoras impõem restrição a clientes que tenham algum problema mais sério de saúde ou qualquer outra condição que aumente muito o risco do seguro.

Porém, a ANS e a Susep têm entendimentos diversos sendo que, em alguns casos, já reconheceram abusos por parte das empresas em relação às negativas de receberem clientes.